O kudurista Pai Profeta defendeu maior atenção dos pais com relação a exposição íntima dos filhos na internet e e sugeriu que, em casos de indisciplina, se recorra às Forças Armad#s Angolanas e à Polícia Nacional de Angola para reforçar a orientação e educação dos jovens.
Pai Profeta criticou a passividade de alguns encarregados de educação perante comportamentos de risco. “Não podemos admitir que uma menina de 16 anos vaze um vídeo e, no dia seguinte, esteja nas cadeias televisivas, enquanto os pais permanecem em casa. Mas que raio de brincadeira é essa?”, questionou, sublinhando a necessidade de maior envolvimento familiar.
O kudurista acrescentou ainda uma perspectiva pessoal para ilustrar a sua posição: “Se isso acontecesse com a minha sobrinha, eu ia, como manda a regra africana, chegar lá com pontapés e a mandaria para a vida militar.”

.webp)